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Em 2012, diante de reformulações estruturais o Estúdio Valongo toma outro formato onde as atividades desenvolvidas, à partir de agora, serão focadas em um único eixo: difusão. Tendo a coordenação dos artistas associados à AJA_artes visuais: Fabrício Lopez, Fabiola Notari e Márcia Santtos, O Estúdio passa a atuar como uma rede colaborativa, articulando ações e projetos que dinamizem a produção artística na Baixada Santista relacionando espaços já existentes, promovendo convivência e troca de conhecimento entre artistas e interessados.

Três no Estúdio

agosto 18, 2011

O Estúdio Valongo inaugura dia 3 de setembro a exposição “ Três no Estúdio”. A coletiva é reúne trabalhos de Matheus Giavarotti e Anderson Rei, ambos artistas residentes em São Paulo e a artista santista Joyce Farias.

Dentro de sua proposta de aproximar as produções desenvolvidas por artistas de São Paulo e Santos em exposições conjuntas nessa mostra o Estúdio Valongo apresenta a produção de três artistas visuais e arte educadores.

Três no Estúdio

abertura: 3/9, 15:00  —  visitação: 3/9 –  24/9
horário: segunda, quarta e sexta, das 14h às 17h — outros horários, com agendamento prévio
R. Visconde de Vergueiro, nº 6 – sobreloja – Centro – Santos/SP
www.estudiovalongo.org  |  contato@estudiovalongo.org
(13) 8148-7348 – 8141-6395 – 7811-7405

ENTRADA GRATUITA


Matheus Giavarotti
e Anderson Rei criaram no ano de 2009 a # (lê-se tralha) audiovisual. A partir de experiências na produção de instalações, vídeos, criação de DVDs, colagens em espaços públicos, oficinas artistico-educativas, e diversos trabalhos de arte interativos. O coletivo tem no estudo da mídia seu foco de interesse, e nas possibilidades da relação entre palavras e imagens sua linguagem. Em suas propostas, há sempre um elemento de interação entre obra e público que refaz a obra em si. Com o uso de colagens em grande formato e projeções de imagens e de vídeo seus trabalhos acabam por criar ambientes imersivos, elaborados em colaboração com o público.

O trabalho que será apresentado pelo #  no Estúdio valongo  será um painel em grande formato produzido a partir de colagens de imagens fotográficas, textos e da sobreposições de imagens gráficas com a técnica do estêncil. Composto por 12 módulos quadrados de 91,5 x 91,5 cm o trabalho condensará as recentes experiências realizadas com a colaboração do público.

 
Joyce Farias apresentará a série Era Uma Vez, constituída por desenhos que brincam com a fascinação, fragilidade e preservação dos livros. O suporte se liberta da sua primeira função e assume em composições – cenários ou personagens destituídos de qualquer cronologia. Circundam  um imaginário lírico, que gera por um lado questionamentos sobre nossa realidade e das nossas relações humanas; e do outro, nos revela um espaço fantástico do romance, da ficção, do pesadelo, de uma  realidade atemporal, que permite manipular múltiplas situações comedidas do íntimo humano.

Ainda se trata das mesmas discussões do tormento da jornada humana: raça, sexualidade, gênero, violência e identidade. As figuras que povoam as páginas dos livros se apresentam quase caricatos, ou, quase fragmentados, esses personagens recebem do azul tímido ao vermelho agressivo, do traço quase apagado ao contorno intenso. Heróis e heroínas anônimos se reinventando nas questões acerca da existência: as paixões, as desgraças, a solidão, as guerras, as dores, os desejos, enfim, a vida.

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A gravura brasileira contemporânea: história, técnicas e procedimentos

julho 18, 2011

Conversa com Evandro Carlos Jardim, Marco Buti e Cláudio Mubarac

A Bienal Internacional de Gravura Santos 2011 é fruto da cooperação entre pessoas que acreditam na arte como uma área de conhecimento que trabalha o sensível do ser. Nasce da necessidade de partilhar e ampliar o conhecimento sobre a gravura, seus procedimentos e tradição, que enriquece as artes visuais e expande suas fronteiras com uma de suas características mais distintas: a multiplicação da imagem.



Ateliês Livres – novos horários

julho 7, 2011

segunda

quarta

sexta

Ateliê Livre
Fabrício Lopez

Desenho, xilogravura
e monotipia
14:00 às 17:00
Ateliê Livre
Márcia Santtos
Ateliê Livre de
Gravura
14:00 às 17:00
Ateliê Livre
Fabíola Notari

As artes gráficas e
o livro de artista
14:00 às 17:00

Ocupação Augusto Sampaio – 2ª etapa

junho 23, 2011

Augusto sampaio

O artista propõe um jogo de criação onde a imagem é concebida pelos participantes, que preenchem um diagrama de círculos justapostos com diferentes cores, que posteriormente serão transformadas em serigrafias e coladas em espaços específicos da cidade. O artista colheu participações de diversas pessoas entre frequentadores do Estúdio, moradores da região e artistas.

Nas palavras do artista, essa ação apresenta um caráter lúdico e proporciona uma visualidade cujo resultado final é próprio dos frequentadores do espaço onde ela foi gerada.

Esta é a SEGUNDA etapa de um projeto que deve se estender ao longo do ano de 2011.

Ocupação Augusto Sampaio

25/06: Colagem Etapa #2 (10:00)

R. Visconde de Vergueiro, nº 6 – sobreloja – Centro – Santos/SP

www.estudiovalongo.org

contato@estudiovalongo.org

(13) 81416395 – 81487348 – 78117405

EXPO: Equilíbrio Instável — Gustavo Ferro e Nei Franclin

junho 7, 2011

Estúdio Valongo recebe Estúdio Valongo recebe a exposição Equilíbrio Instável de Gustavo Ferro  e Nei Franclin .

Abertura: sábado, 11 de junho, às 15h00  – conversa com os artistas + lançamento da publicação GF/NF #0 + intervevenção sonora

Equilíbrio Instável

Gustavo Ferro e Nei Franclin
R. Visconde de Vergueiro, nº 6 – sobreloja Centro – Santos/SP
www.estudiovalongo.org
contato@estudiovalongo.org
(13) 81416395 – 81487348

Gustavo ferro | Nei Franclin | Publicação GF/NF #00

Gustavo ferro | Nei Franclin | Publicação GF/NF #00

Equilíbrio Instável

O fazer artístico neste início do novo milênio desfruta de uma situação particular, esta produção que já nasceu na Pós Contemporaneidade possui alguns benefícios e também certas desvantagens em relação a arte precedente. O principal dos ganhos é que o leque de formas, materiais e procedimentos são extremamente diversi cados, praticamente inesgotáveis em seu uso, e do mesmo modo, são tênues suas definições não existindo limites muito claros entre os gêneros artísticos os quais se mostram inde nidos e manipuláveis como o desenho, a fotografia, a escultura, a gravura, a pintura etc. A desvantagem é que neste processo utópico de aproximação de arte e vida, um observador desavisado ou não iniciado, sem nenhuma familiaridade na leitura de obras de arte contemporânea, pode ser incapaz de reconhecer ou mesmo se mostrar impossibilitado para identi car um objeto artístico como sendo arte, então este determinado espectador pode estar em face a uma obra artística e mesmo assim não possuir a “chave” para decodi car o que vê, inabilitado de reconhecer e desfrutar tal objeto como sendo uma experiência artística.

Posto isto, me coloco aqui no sentido de intermediar uma leitura parcial das obras de Nei Franclin e Gustavo Ferro. Um aspecto que me atraiu ao me debruçar nesta empreitada é uma vontade construtiva visivelmente expressa no trabalho de ambos. Sou adepto a atitudes edificantes na arte, associadas a elocuções tais como: construir, agregar, somar, … Isto em oposição aos raciocínios que propõe desconstruir, fragmentar, diluir, …

Apesar das especificidades das produções individuais percebe-se nas obras destes artistas uma sintonia de afinidades estéticas, principalmente ao nível das ideias e preferências no fazer artístico. Ambos possuem identificações sob alguns aspectos, as quais permitem uma sincronicidade na geração de conceitos relacionados à arte, isto favorece um fértil campo para atuação individual mas de in uência mútua que acaba estabelecendo uma parceria no desempenho de trabalhos colaborativos, notadamente nas linguagens de vídeo e de expressões sonoras.

Ambos fazem uso de materiais triviais, não artísticos, por vezes através da captura de lixo/resíduo urbano como matéria prima, as obras possuem uma grande porosidade nas linguagens híbridas, as quais resultam num misto de colagem, escultura, fotografia, instalação, etc. Trafegam de maneira fluída e muito natural nestas linguagens sem dilemas ou “encucações” que em outras épocas poderia advir. Nas obras de ambos é perceptível o reconhecimento de um raciocínio formal o qual denota uma intenção deliberada de estranhamento e uma sensação de incômodo.

Gustavo Ferro faz uso de objetos/coisas constituídos de materiais variados, estes artefatos se mostram como são, sem maquiagem, organizados e dispostos em arranjos de maneira poética e subjetiva, onde é perceptível um norte advindo de uma ordem interna particular. Podemos apreender um despojamento na manipulação das formas e dos elementos, no entanto isto se mostra com um interesse por opções constituintes especí cas.

Os trabalhos tridimensionais de Nei Franclin são de escala reduzida, pequenas peças que num primeiro olhar assemelham-se a maquetes – ele tem um interesse declarado na área da arquitetura –, mas também é visível o aspecto pictórico presente nestes objetos.

Nas “pinturas”, as quais tive oportunidade de acompanhar o processo de produção, tem uma aparente casualidade, o uso de suportes não artísticos favorecem esta impressão de estranhamento.

Em ambos nota-se um improviso controlado, nas obras se vê que eles administram o uxo das idéias, concatenado-as com a manipulação dos materiais com os quais tem a nidades, obtendo assim um instigante resultado de tensão visual, onde é perceptível o que o próprio Nei denominou como equilíbrio instável.

Sergio Niculitcheff 

maio de 2011

Para saber mais dos artisas: Nei Franclin |  Gustavo Ferro


					

Bienal Internacional de Gravura Santos 2011

maio 4, 2011

A Bienal Internacional de Gravura Santos 2011 é fruto da cooperação entre pessoas que acreditam na arte como uma área de conhecimento que trabalha o sensível do ser. Nasce da necessidade de partilhar e ampliar o conhecimento sobre a gravura, seus procedimentos e tradição, que enriquece as artes visuais e expande suas fronteiras com uma de suas características mais distintas: a multiplicação da imagem.

convite da I Bienal de Gravura de Santos

Programação

abertura: 5 de maio, às 19h30

visitas: 5 de maio a 5 de junho – terça a domingo, das 14 às 19h30 | gratuito

local: Pinacoteca Benedicto Calixto –  Av. Bartolomeu de Gusmão, 15 – Santos/Sp

Projetos especiais

Chuva no Mar é Desejo / Mar Belo Mar Selvagem: Cartazes lambe lambe com textos de Flávio Viegas Amoreira e Vicente de Carvalho. Local: muro da Pinacoteca Benedicto Calixto. A obra permanecerá durante toda a mostra da Bienal.

Lançamento da revista de arte AJAx nØ1: Dia 21 de maio de 2011, às 15 horas na Pinacoteca Benedicto Calixto.

A gravura brasileira contemporânea: sua história, técnicas e procedimentos: Conversa com Evandro Carlos Jardim, Marco Buti e Cláudio Mubarac. Dia 21 de maio de 2011, às 15 horas na Pinacoteca Benedicto Calixto.


Ocupação Augusto Sampaio — conversa

abril 3, 2011

projeto ocupação -- conversa com augusto sampaio

O projeto OCUPAÇÃO objetiva aproximar e relacionar as produções de artistas convidados ao contexto do centro histórico da cidade de Santos, sua arquitetura e seus moradores, e para isso o Estúdio Valongo disponibiliza toda sua estrutura para que o artista desenvolva seu projeto.

Nesta primeira edição do projeto, Augusto Sampaio propõe um jogo de criação onde a imagem é concebida pelo participante, que preenche um diagrama de círculos justapostos com diferentes cores, que posteriormente serão transformadas em serigrafias e coladas em espaços específicos da cidade. O artista colheu participações de diversas pessoas entre frequentadores do Estúdio, moradores da região e artistas.

No dia 9 de abril Sampaio estará no E.V. para conversar com o público sobre o processo de construção desse trabalho.

Nas palavras do artista, essa ação apresenta um caráter lúdico e proporciona uma visualidade cujo resultado final é próprio dos frequentadores do espaço onde ela foi gerada.

Essa é a primeira etapa de um projeto que deve se estender ao longo do ano de 2011.

Ocupação Augusto Sampaio

9/4: Conversa com artista e projeção de fotografias do processo (15:30)

R. Visconde de Vergueiro, nº 6 – sobreloja
Centro – Santos/SP

www.estudiovalongo.org

contato@estudiovalongo.org

(13) 81416395 – 81487348